Um dia ou outro, uma manhã qualquer
Ao sair da cama saberei o destino que me aguarda
O sol perfura meus olhos e o chão me puxa pra baixo
A caminhada é interminável e meu corpo cambaleia
A dúvida me corrói por dentro, me mata aos poucos
Sem saber o caminho a tomar
O labirinto me consome
Minha alma se esvai
A cada dia sem respostas
Qual a atitude certa a tomar
Quando não se sabe bem qual o problema
Que efeito terá essa escolha a qual me agrada
Pensar no futuro não me dá esperanças
E o passado não posso lembrar
O presente é o que me resta e isso dói
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