7.1.11

Amarguras

Um dia ou outro, uma manhã qualquer

Ao sair da cama saberei o destino que me aguarda

O sol perfura meus olhos e o chão me puxa pra baixo

A caminhada é interminável e meu corpo cambaleia

A dúvida me corrói por dentro, me mata aos poucos


Sem saber o caminho a tomar

O labirinto me consome

Minha alma se esvai

A cada dia sem respostas


Qual a atitude certa a tomar

Quando não se sabe bem qual o problema

Que efeito terá essa escolha a qual me agrada

Pensar no futuro não me dá esperanças

E o passado não posso lembrar

O presente é o que me resta e isso dói

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